Há 9 horas
sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Um texto "auditivo" da Aurélie de Paredes de Coura (7ºC EB 2.3/S)
Caros amigos, são tantos os textos que vêm chegando aqui ao Projecto "Tásse a ler", que optaremos por ir publicando faseadamente os vossos trabalhos. Obrigado. Lá estarei na Biblioteca de Paredes de Coura na terça-feira de manhã.
"A inversão" (Texto colectivo a partir de faixa sonora - Colégio de campos)
Era uma vez uma princesa que vivia num deslumbrante palácio orneado por inúmeros contornos dourados. Ela vivia com a sua mãe, e os seus criados, pois seu pai tinha morrido de uma doença terminal. Certa manhã, a princesa acordou com o som do bater da porta, levantou-se rapidamente e reparou numa cara escondida atrás desta, era o seu conselheiro.Com delicadeza ela perguntou.
- Bom dia Napoleão, qual a razão desta visita inesperada? Com uma voz amarga seu conselheiro disse: - Vossa excelência, sua mãe morreu, por esta razão terás o trono em teu nome.
A sua voz ia desvanecendo na sua cabeça da princesa conforme tal notícia. Apoderada pelo desespero, vestiu-se rapidamente e começou a correr para fora do palácio. A imagem do palácio foi desvanecendo, dando lugar a um bosque. De repente o seu desespero foi acalmando quando vislumbrou um lindíssimo e brilhante lago. Á volta desse lago que mais parecia um espelho gigantesco, existiam vários animais que produziam maravilhosos sons.
Desses animais sobressaia uma nuvem de abelhas, comandada por uma majestosa abelha rainha que andava a picar os animais que ai habitava. De repente a princesa reparou num enorme e poderoso sapo, que se estava a dirigir para a abelha rainha. Ele esticou a sua língua que mais parecia uma pastilha elástica, esta puxou a grandiosa abelha para a sua boca larga e profunda.
Aquela coragem animal deslumbrou a princesa, pegou no sapo olhou para os seus lábios grossos como bóias e deslizantes como lesmas, beijando-o profundamente. Pozinhos de brilho apareceram do nada, que envolveu a princesa e o sapo transformando a princesa num sapo fêmea.
Autores: Sofia, Luís, Ivan, César, Rui, Carina, Fábio e João (todos do 7 º A)
Um dia com o Tibúrsio (texto colectivo a partir dos sons- Colégio de Campos)
O Tibúrsio estava a caminhar pela Rua da Direita, até chegar ao bar da Andrioleta. Abriu a porta, subiu as escadas em forma de caracol até chegar ao primeiro andar onde estava muita gente e dirigiu-se ao balcão, lá estava um senhor embriagado debruçado no balcão e Andrioleta, que o cumprimentou. Andrioleta era uma rapariga simpática e divertida, de longos cabelos cor-de-rosa. Ela abriu uma garrafa de whisky, serviu o seu amigo e começaram a conversar, o Tibúrsio, também um rapaz muito divertido, lembrou-se de uma anedota que estava relacionada com o tema de conversa e que foi motivo de gargalhada. Despediram-se e ele saiu do bar, porque entretanto tinha um compromisso. Foi até a praia, onde estavam um casal de namorados e as suas irmãs, Josefina, mais nova um ano que o Tibúrsio, alta e magra e Clarineta, mais velha que Tibúrsio e o oposto de Josefina. Falaram um pouco sobre a viagem que elas tinham feito à Mauritânia, de seguida veio um bando de gaivotas e Clarineta amedrontada, atirou-se à água.
Autores: Tamára Loureiro, Lara Rocha, Daniela Fonseca, Cristiana Ribeiro, Susana Domingues, Joana Saraiva e Cassiano Frazão
Autores: Tamára Loureiro, Lara Rocha, Daniela Fonseca, Cristiana Ribeiro, Susana Domingues, Joana Saraiva e Cassiano Frazão
Trabalho colectivo escrito a partir dos sons feito pelo 7ºA - Colégio de Campos
Todos os animais da quinta do Amorim nomeadamente os porcos, as galinha, as ovelhas, os gatos, estavam a conversar sobre o tema:”como escapar á panela, para não ficar cozido e recheado, tipo peru no "dia de acção de graças". De repente chegou o dono e ordenou gritando:
-Alto aí e pára o baile!
Os animais ignoraram-no. Ele exclamou: -Bico calado, isto é bico, boca, focinho… calado. Se não vão todos ser cozinhados e recheados!
Os animais riram-se e gozaram-no e exaltaram-se, perdendo a cabeça, atacaram-no e ele fugiu para o interior da casa. Mas alguns animais entraram pelas janelas, outros arrombaram a porta, e ainda outros subiram os telhados e entraram pela chaminé.
A partir daí instalou-se a confusão e todos começaram a lutar. Partiram tudo, incluindo a loiça da bisavó de "bibelot" da tia-avó Gertrudes.
Depois de um combate reunido com varios “rounds”, tipo boxe, o dono da quinta ficou deitado no chão (digo,”ko técnico”). Ficou muito mal, indo para o hospital onde foi internado durante seis meses.
Os animais fugiram e nunca mais ninguém os viu!
Diz o povo que devido a este episódio a carne recheada foi banida de todos os livros de culinária da região.
Autores: Timotée, Filipe, Diogo, Ruben, Rui e Cláudio
-Alto aí e pára o baile!
Os animais ignoraram-no. Ele exclamou: -Bico calado, isto é bico, boca, focinho… calado. Se não vão todos ser cozinhados e recheados!
Os animais riram-se e gozaram-no e exaltaram-se, perdendo a cabeça, atacaram-no e ele fugiu para o interior da casa. Mas alguns animais entraram pelas janelas, outros arrombaram a porta, e ainda outros subiram os telhados e entraram pela chaminé.
A partir daí instalou-se a confusão e todos começaram a lutar. Partiram tudo, incluindo a loiça da bisavó de "bibelot" da tia-avó Gertrudes.
Depois de um combate reunido com varios “rounds”, tipo boxe, o dono da quinta ficou deitado no chão (digo,”ko técnico”). Ficou muito mal, indo para o hospital onde foi internado durante seis meses.
Os animais fugiram e nunca mais ninguém os viu!
Diz o povo que devido a este episódio a carne recheada foi banida de todos os livros de culinária da região.
Autores: Timotée, Filipe, Diogo, Ruben, Rui e Cláudio
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