Há 9 horas
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
"Fora de cena quem não é de cenas!"
A abrir esta nova temporada do projecto “Tásse a ler” resolvi abordar o texto dramático, muito por influência do meu “Retratinho de Amílcar Cabral”. Como criar uma oficina curta que introduzisse a escrita teatral entre os jovens? Peguei nos “Emoticons” habituais no Messenger e nos telemóveis e atribui a cada um o valor de personagem. Cada jovem participante escolheu o seu “smile” ditando o carácter da personagem que iria encarnar. Depois, foi escolher o local onde a cena se passava: um restaurante recentemente inaugurado em Vila Nova de Cerveira. Estavam lá todos os comensais e trabalhadores: o cliente mal disposto na mesma mesa da vegetariana, um chefe de mesa radical ou um empregado tímido. E, de “smile” à lapela lá surgiram uns textos dramáticos de morrer a rir. O 8º A do Colégio de Campos” quer representar a peça na festa de Natal! O 8ºC da EB 2/3 foi um pouco mais desorganizado por via de um louco que resolveu, literalmente, comer o prato do dia… Espero ser convidado para a estreia das peças!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Sugestão 2
Continuando o post anterior com uma outra sugestão. Porque não colocar igualmente nos "favoritos" dos computadores da sala infanto-juvenil ou Biblioteca Escolar video clips de qualidade. Se todas as semanas tivermos uma novidade, os jovens vão lá ver e são menos uns minutos de volta dos jogos. aqui fica um video de Lisa Gerrard.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Já passaram 30 minutos...hora de sair do computador!
“O menino do computador 2 tem que sair, já passaram trinta minutos!” – diz a colega que está na sala infanto-juvenil. Depois acrescenta a suspirar: “Só querem é jogar!” Esta conversa poderia ter lugar em qualquer biblioteca do país e denota muito da nossa dificuldade em lidar com as novas tecnologias nos espaços de leitura. Sobretudo existe uma ideia recorrente de que “os computadores são inimigos dos livros”. Entender bem o erro desta afirmação dita a forma correcta de mediar esta ferramenta contemporânea nos espaços de leitura juvenil. Existe um universo de competências associado aos computadores muito próximo das leituras que queremos promover. Muito há para dizer sobre a mediação das TIC (tecnologias de informação e comunicação) em contexto de biblioteca, mas hoje fico-me só por algumas sugestões: Ao longo da minha passagem pelas Bibliotecas do vale do Minho tenho falado do programa WORDLE que, correctamente utilizado (usando dinâmicas de grupo) pode gerar uma bela actividade de escrita imaginativa, culminando com a apresentação de poesia visual de autores Portugueses (Alexandre O’ Neill, Ernesto de Melo e Castro, Salette Tavares ou Ana Hatherly). Experimentem o link e depois conversamos…
Agora espreitem "Alma":
Alma from Rodrigo Blaas on Vimeo.
Foto cedida pela Rede Municipal de Bibliotecas de Almada
A Cristiana tem recolhido pequenos vídeos de animação que podem ser usados em Biblioteca (Escolar, Pública ou em nossas casas) antes de as crianças “aterrarem” no universo magnífico dos jogos. É preciso levantar o rabo da cadeira e propor uma alternativa antes do jogo. Podem instalar o pequeno filme nos “Favoritos” ou noutro atalho rápido. Espreitem só as pérolas que vos proponho, para diferentes níveis etários. A primeira, de Regina Pessoa já conhecem, ainda por cima tem o suporte de livro acompanhando o DVD…Agora espreitem "Alma":
Alma from Rodrigo Blaas on Vimeo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Fábrica de Poesia
O projecto Tásse a ler está de novo aí, dando continuidade ao trabalho começado no ano passado com jovens do vale do Minho. Nada melhor para começar, do que recordar alguns poemas feitos pelos alunos de Valença (EB 2.3/S) depois de terem passado pela "máquina de poesia": chamaram-lhe "Fábrica de Poesia". Este ano estaremos com eles, agora já no 8º ano...
7.º E
O poeta escreve no céu infinito (Ricardo)
No infinito céu lembro-me de ti (Marisa Amoedo)
A estrela abraça a alegria passada (Luísa Gaspar)
O sol deslumbra no anoitecer (Sara)
A Lua desenha o amor profundo (Sandra)
O príncipe viaja até ao castelo maravilhoso (Daniela Rocha)
O rei namora com a tartaruga bela (Mariana Correia)
O cavalo gosta da tristeza deslumbrante (Bruno Dias)
Gato azarado alegremente amado (Diana)
O gato escreve um poema à namorada (Liliana)
O gato viaja na amizade profunda (Hélder)
A gaivota viaja no céu infinito (Bárbara)
A lontra nada com sabedoria no lago imundo (Sara Silva)
O gorila nada no mar belo (Mariana Teixeira)
O hipopótamo gosta da sabedoria do mundo (Patrícia Lima)
A tartaruga viaja triste (Dany)
O cão canta com sabedoria (Débora)
O mar canta a tristeza profunda (Rayssa)
7.º D
O professor canta a sabedoria alegre (Tiago Carvalho)
O mar corre pela areia solitária (Manuel Rocha)
O gato janota brinca com os bigodes da gata desaparecida
O capitão manda dormir o vulcão triste
A anaconda veste o cão humilde (João Matos)
O escritor estuda na alta solidão (João Pedro Santos)
A rainha veste-se para ter beleza (Marco Ferreira)
O cozinheiro quer o voluntário alegre (Rui Fernandes)
O tubarão não sabe nadar (Ana)
O professor chora com a multidão apaixonada (Vera)
O poeta escreve um mistério inspirado (João Urze)
O cozinheiro cozinha a anaconda enquanto o tubarão meigo ri (Fábio Gomes)
A cozinheira faz comida milagrosa (Rui Li)
O poeta chora na solidão infinita (Ema Fontes)
O papagaio come o tubarão divertido (Xavier Costa)
O cozinheiro prepara um mistério saboroso (Nuno)
A rainha vive no castelo bonito (Carolina)
7.º E
O poeta escreve no céu infinito (Ricardo)
No infinito céu lembro-me de ti (Marisa Amoedo)
A estrela abraça a alegria passada (Luísa Gaspar)
O sol deslumbra no anoitecer (Sara)
A Lua desenha o amor profundo (Sandra)
O príncipe viaja até ao castelo maravilhoso (Daniela Rocha)
O rei namora com a tartaruga bela (Mariana Correia)
O cavalo gosta da tristeza deslumbrante (Bruno Dias)
Gato azarado alegremente amado (Diana)
O gato escreve um poema à namorada (Liliana)
O gato viaja na amizade profunda (Hélder)
A gaivota viaja no céu infinito (Bárbara)
A lontra nada com sabedoria no lago imundo (Sara Silva)
O gorila nada no mar belo (Mariana Teixeira)
O hipopótamo gosta da sabedoria do mundo (Patrícia Lima)
A tartaruga viaja triste (Dany)
O cão canta com sabedoria (Débora)
O mar canta a tristeza profunda (Rayssa)
7.º D
O professor canta a sabedoria alegre (Tiago Carvalho)
O mar corre pela areia solitária (Manuel Rocha)
O gato janota brinca com os bigodes da gata desaparecida
O capitão manda dormir o vulcão triste
A anaconda veste o cão humilde (João Matos)
O escritor estuda na alta solidão (João Pedro Santos)
A rainha veste-se para ter beleza (Marco Ferreira)
O cozinheiro quer o voluntário alegre (Rui Fernandes)
O tubarão não sabe nadar (Ana)
O professor chora com a multidão apaixonada (Vera)
O poeta escreve um mistério inspirado (João Urze)
O cozinheiro cozinha a anaconda enquanto o tubarão meigo ri (Fábio Gomes)
A cozinheira faz comida milagrosa (Rui Li)
O poeta chora na solidão infinita (Ema Fontes)
O papagaio come o tubarão divertido (Xavier Costa)
O cozinheiro prepara um mistério saboroso (Nuno)
A rainha vive no castelo bonito (Carolina)
terça-feira, 29 de junho de 2010
O peixe e a jiboia
Uma jibóia estava a passear no fundo do Pacífico e encontrou um baú que tinha lá dentro biscoitos deliciosos, e queria-os comer. Mas a sua amiga lagosta também queria comer os biscoitos, então como a jibóia era mais forte comeu os biscoitos e deixou um com veneno para a lagosta.
A lagosta comeu o biscoito envenenado e morreu.
A jibóia começou a gozar e continuou a passear no fundo do Pacífico. Ela encontrou um peixe no oceano que lhe atirou uma ostra à cabeça, o peixe começou então a gozar e a jibóia ficou super furiosa e começou a perseguir o peixe pelo oceano. Foi uma perseguição incrível, nadaram tanto, tanto, tanto e, já que o peixe conhecia o oceano inteiro, despistou-a e a jibóia perdeu-se no oceano. O peixe começou a gozar e foi-se embora e a jibóia ficou perdida no oceano Pacífico. A jibóia nunca mais gozou com ninguém…. (NÃO FAÇAS AOS OUTROS O QUE NÃO QUERES QUE TE FAÇAM A TI.)
Rúben, Cassiano, 7º A (Colégio de Campos)
A lagosta e o peixe (Museu das Palavras)
-O que se está a passar contigo?
-Não sei, dói me muito a barriga.
-Anda comigo até a minha casa, que fica nas rochas. A minha mãe trata de ti.
-Está bem.
E lá foram eles, mas pelo caminho viram um brilho estranho, parecia uma luz ao fundo do túnel, foram lá para ver o que era. Aproximaram-se mas era uma luz muito forte que os encandeava.
-Podiamos ir mais perto! – Disse a lagosta.
-Então vamos.
Andaram, andaram até que descobriram que era uma caixa com pedras preciosas.
-Huau que magnífico! Nunca vi nada assim!
-Eu também não até já não me dói a barriga.
-Vamos levá-la para minha casa?
-Sim é melhor!
Chegando então a casa, Mariana foi logo mostrar á sua mãe.
-Mas são cinco pedras, como as vamos dividi-las. – Disse o peixe.
-Duas para cada um de nós e uma para a minha mãe. – Disse a Mariana.
-Boa ideia!
-Tenho de ir para casa! – Afirmou o peixe.
-Está bem.
-Adeus, até um dia.
-Adeus.
E a partir desse dia mantiveram uma grande amizade, e organizaram passeios para ver se encontravam mais tesouros.
Cristiana / Joana 7º ano A (Colégio de Campos)
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